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Quarta-feira, 2 de Dezembro de 2009

quero ser amado á luz do dia... ( poema)

 

se a humanidade me permite querer...

eu.....................

quero ser amado á luz do dia,

sem o frio do chão que á vida faz doer,

quero ter como todos a louca fantasia

duma cama onde possa adormecer...

não quero ser acordado pela noite

pelos olhos mecânicos de alguém,

que me dá de beber e de comer

mas que no fundo chega e parte

e eu fico sem ninguém...

 

quero ter uma porta onde entrar

um número qualquer só para mim,

para onde Deus por amor manda recados

em cartas perfumadas de jasmim...

quero ser como aqueles que passam pela rua

ligeiros com certezas guardadas em seu peito

quero ser a verdade deles, quase nua,

de que se chegam a mim sem preconceito...

quero fugir do chão sujo e molhado,

que guarda em si os pecados de ninguém...

porque os de toda a gente sem saber

é o meu louco coração que os retém...

 

quero dizer de frente á madrugada,

que fugi da noite e sonhando adormeci,

numa cama com lençóis e perfumada

tal e qual o berço onde outrora assim dormi...

quero louca e sofregamente possuir

um lugar para amar como um qualquer,

um lençol amarrotado  de suor

e a recordação em minha pele de uma mulher...

quero sentir  na mão uma cortina amarrotada

daqueles que vêm á janela para olhar

a lua que se esconde envergonhada

quando alguém rouba o direito de sonhar...

 

por tudo isto...

não me dês um cobertor... dá-me os abraços...

que o mundo não me deu por ser sincero,

não me dês meias para os pés, porque os meus passos

tomam sempre a direcção que eu nunca quero...

eles ?... oh !...já conhecem as ruas como a alma

da cidade que nunca está dormente,

que acorda a cada hora quem sossega

no chão onde passa toda a gente...

 

não me dês de comer... dá-me a certeza,

de que tudo pode mudar para melhor,

e que todos os filhos da desgraça

vão poder fugir de vez a tanta dor...

demora-te em mim um segundo... amigo... eu sou humano...

não me evites, nem me olhes assim tão de repente...

não sou divino... amigo ... eu sou profano...

mascarou-me a dor ,sou pobre, mas sou gente...

 

sou o rosto do amor ignorado

que sepultou a caridade em agonia,

eu só quero um lençol amarrotado

eu quero ser amado á luz do dia...

 

 

lasalete ... ( poemas do fundo da alma)... 1-12-2009 ... 3 h 

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publicado por lapieta@sapo.pt às 16:24

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Sábado, 21 de Novembro de 2009

recados ...

 

olá... pai do céu...

Deus dos passarinhos...

das ervinhas do chão...

dos miminhos da mãe e do pai...

da papa que eu tanto gosto...

 

olá Deus de tudo...

 

dá para olhar pelos meninos que estão com muita tristeza...

que não conseguem sorrir...

que passam a vida deles a chorar...

 

olá Deus das coisas grandes...

 

tu que és o Deus dos homens muito altos...

porque é que eles tratam tão mal as crianças...

porque é que eles roubam as crianças aos pais...

porque é que eles abandonam as crianças?...

 

se Tu és o Deus dos grandes e dos pequeninos...

não deixes que os grandes nos façam mal...

 

e quando eu crescer , não quero ser assim...

se é para ser assim, não quero ser grande...

 

também és o Deus das borboletas...

e dos mosquitos... das joaninhas...

das flores... e destas árvores tão altas ?????????!!!!!!!!!

 

tu és Deus de tanta coisa...

com um jeitinho podias obrigar os homens a serem bons...

 

também és o Deus das lágrimas ?...

se és não podes ser o Deus da alegria...

 

se tu és o Deus do sol, manda-o nascer de noite...

se tu és o Deus das estrelas e da lua... manda que apareçam de dia...

 

não sei se será boa ideia...

mas quem sabe os homens na Terra , mudavam também...

 

não leves a mal era só um conselho...

gosto de falar contigo...

 

também dormes ?...

 

então vem nanar comigo e vamos sonhar...

 

um beijinho...   ls..

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publicado por lapieta@sapo.pt às 01:38

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Quarta-feira, 18 de Novembro de 2009

o meu abraço...

 

escrever para mim, é como um abraço...

 

é deixar-me prender e seduzir por todos os conjuntos de letras que devoram sentimentos e espraiam emoções...

 

é como amamentar-me e nutrir-me de prazer, realizando viagens ao imaginário consciente do meu despertar como mulher...

 

escrever, é a mesma coisa que não me permitir envelhecer e é de forma sincera perpetuar a vida dentro e fora de mim...

 

escrever para mim, é espalhar-me por mil olhos e entrar dentro da alma de quem me lê , mas principalmente de quem me entende...

é passar para os outros, o hálito da minha alma... o som da minha voz, e, conseguir rir e chorar ao mesmo tempo, na certeza de que mil pedaços de mim, abraçam quem por mim se deixa abraçar...

 

estou apaixonada pelas letras, como se elas fossem canções, ou melhor, teclas dum piano que compõe melodias para mim...

 

a maior herança da minha vida, foi Deus que ma ofertou, as letras, entregou-mas perfumadas de poesia...

 

quando quero descansar, escrevo... entro num enorme espaço, belo demais e musical...

fico então na certeza de estar dançando, flutuando, sem conseguir parar...

 

digo a Deus muitas vezes, que até eu partir me permita escrever, para poder ter até ao derradeiro momento, o direito de sonhar...

 

neste sonho livre de censuras , eu me sinto refeita , aberta, sincera, amada, nutrida e realizada...

 

fico vezes sem conta a imaginar, os olhos e o bater do coração de quem me possa ler, pois que podem amar-me , ou odiar-me... mas isso que importa... o importante é que eu sempre posso escrever...

 

escrever permite amar na vez de alguém...

dar voz a quem a tem embargada, e a quem não tem voz...

chorar as lágrimas alheias ...

emendar pedaços de coragem, esfarrapados e escondidos...

cantar a alma lusitana... cantar o país que eu amo , com toda a força do meu ser...

 

dar força e espaço a quem nada tem...

e força e coragem a quem tudo tem e nada dá...

 

mais uma vez deixo aqui o meu abraço...

 

para todos os que estão dentro do meu peito, graças a Deus...

 

lasalete

 

 

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publicado por lapieta@sapo.pt às 22:29

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Segunda-feira, 16 de Novembro de 2009

SER SOLIDÁRIO É SER MAIOR... ( POEMA)

 

 

SER SOLIDÁRIO É SER MAIOR…
 
 
Há pedras soltas na rua
que vivem de alma nua
esperando a tua mão,
são peregrinos do tempo
que vivem neste momento
gritando ao teu coração…
 
Nesta terra de incertezas
a fome passa nas mesas
passa sem hora marcada…
o amor é indiferente
na boca de muita gente
que tem a alma gelada…
 
ser solidário é amar
é ajudar a sonhar
é dar de beber à dor…
é falar p´ra todo o mundo
que amar assim é profundo
sem querer … é ser maior.
 
 
Lasalete …… 27-11-08

 

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publicado por lapieta@sapo.pt às 17:01

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Terça-feira, 10 de Novembro de 2009

não acabei de te amar... ( poema)

 

não acabei de te amar, terrena humanidade

que te susténs soverba e com vaidade,

na louca  herança de incompreensão e de terror...

em muros plasmados de  tal fedor  humano

que se espargem perfumados de impiedade, pranto e dor ...

 

não acabei de te amar, cultura humana apodrecida

que de ferros e de fogo te moldaste assim vestida

e nos corações  visionários forjaste os altos muros

moldando um Deus destruidor e tão perverso...

onde os homens se têm sustentado inseguros...

 

que se derrubem também as ideias obscenas,

porque na  vã piedade  são forjadas as algemas ,

que assustam como baleias balofas e audazes,

e nos muros gravadas  as vozes mais  insanas

vêm no sangue do tempo contigo fazer pazes...

 

loucos... que  do alto do seu pedestal  chamam de  Fé...

porém com vergonha apenas estão de pé,

as opções perante Deus obrigatórias...

a humanidade ainda veste a toga da indiferença,

como aluviões que cristalizam as memorias...

 

mas a Fé, que ainda se encontra  amortalhada,

á espera da viagem obrigatória e programada...

há-de vir um dia nutrida em piedade,

em verdade, em paz e em virginal lisura...

e há-de sustentar-se e sustentar-te humanidade...

 

mesmo que tu digas... eu não quero... orgulhosa...

ela mesma dirá sem censura e prestimosa

não importa o que tu queres... hoje, sou eu que quero...

não acabei de te amar humanidade

humanidade que conheço --- e já  tolero...

 

 

 

lasalete ... poemas do fim da tarde... ( 10-11-2009) - 17,00 h

neste momento eu estou ...: em paz
publicado por lapieta@sapo.pt às 17:09

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Sexta-feira, 6 de Novembro de 2009

preciso de adormecer ... ( poema)

 

 

Senhor... conta-me uma história...

preciso de adormecer,

a noite já está cá dentro,

em minha alma, quieta...

eu preciso de aquecer

esta tristeza secreta,

segura e inteligente,

que só quer adormecer

mas sem medo do presente...

 

podes contar-me uma história?...

não daquelas de encantar...

uma história interessante

daquelas que toda a gente

quer saber sem perguntar...

uma história bem humana,

que fale da nossa vida,

que nos diga sem rodeios

se os medos e receios,

não têm razão de ser...

e se afinal o papão

que nos trava o coração

um dia pode morrer...

 

conta Senhor, uma história,

daquelas que na memória

nos falam de amor e paz...

quando pequenos demais,

olhando p'ra nossos pais

tudo parecia diferente...

o mundo dava voltinhas,

e a missa das alminhas

era gostosa de ver...

e sem medo de morrer

nós fazíamos asneiras,

e de todas as maneiras!...

sempre arranhados no rosto,

nas pernas e nos bracitos,

corriam soltos os gritos

das traquinices de então...

o bolor sabia a pão

e o pão a quase nada,

mas na mão da pequenada

sempre dava p'ra mais um...

ninguém ficava em jejum,

porque as árvores do jardim

criavam frutos sem fim

e todos empoleirados

nos ramos quase quebrados

e a barriguita colada,

os olhos esbugalhados

se enchiam de tal prazer,

que á noite, mesmo  sem histórias

era bom adormecer...

 

hoje Senhor... é diferente...

custa tanto p'ra dormir...

não há bonecas de trapos,

mas há crianças sem mãe,

sem carinho, sem desvelo...

não há fitas no cabelo,

mas há crianças doentes,

e há almas indiferentes

á dor dos mais pequeninos...

não há peões pelo chão,

nem sameirinhas laranja,

nem bonecos de papel,

com as repinhas em franja...

 

já não há canções de roda,

não há vestidos aos folhos...

há gotas dentro dos olhos,

com medo da luz do dia...

por isso antes de dormir

as gotas querem fugir,

rolam pela cara,  e molhando

de pranto lá vão contando

histórias que ninguém quer...

contadas por tanta mãe,

histórias tristes de dor,

que nem Tu mesmo Senhor

contarias a ninguém...

 

os homens sabem trair,

e já não sabem sorrir,

estão  com medo de amar,

preferem ficar á espera

que uma nova Primavera,

venha na vez dum Verão...

têm medo de aquecer

por amor o coração...

por isso Senhor á noite

muitos dormem pelo chão ...

 

se as pedras de tanta rua,

pudessem assim contar

a dor de quem passa nelas,

abriam todas as portas

e em todas as janelas

as almas quando inquietas

viriam sempre escutar

essas histórias secretas

que ninguém ousa contar...

 

Senhor... mesmo ocupado,

fica um pouquinho ao meu lado,

e diz-me  a sussurrar,

se o mundo atarefado

precisa de estar calado

perante tanta maldade...

conta a todos uma história,

que lhes avive a memória

e assim os chame á razão...

para que em todas as  mesas

sempre haja calor e pão...

e que na alma dum crente

não haja meia verdade,

para que em toda a cidade

o amor esteja presente...

 

vou trabalhar , porque assim

ficas mais perto de mim,

mas não Te vais esquecer:

_ eu chego a casa cansada,

mas depois de estar deitada

preciso de me aquecer...

abraça-me qual criança

e quentinha de esperança

ajuda-me a adormecer...

 

 

lasalete ... ( poemas do fundo da alma) ... 6-11-2009 ..... 12,00h

 

 

 

 

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publicado por lapieta@sapo.pt às 12:31

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Sexta-feira, 30 de Outubro de 2009

veste-me de flores ... ( poema)

 

 

veste... veste  de flores a minha alma

pensando em mim com amor sentido e calma,

veste-me de flores como se os olhos,

fossem sob as lágrimas as pétalas dos molhos

das flores que com amor compras-te para mim...

como se o perfume das flores fosse a lembrança

de um amor que não morre nem  tem fim...

 

veste-.me de flores a campa dura e fria

mas não deixes escorrer pelo coração a agonia

que sepultou o  teu olhar quando parti...

veste-me de flores e estende a tua mão

para que eu poise sobre ela o coração

que sofrendo por amor  bate  por ti...

 

veste-me de flores em paz, sentidamente,

sem chorares por mágoa o amor ausente

porque ainda te amo, te amo, meu amor...

veste de flores  e em paz, o chão dourado,

de todos os erros e amores de meu passado,

porque não deixei de errar ou de amar por ter morrido...

 

veste também de flores o céu da tua alma

e oferece nessa oferta florida

a dor e a ausência assim sentida;

e ao olhares a campa  branca e orvalhada

meu amor...meu amor...meu amor...

pensa, que a vida é apenas pó, é cinza e nada...

 

faço parte dos poetas e das dores,

dum mundo que não quer apenas mais flores,

nem mais lágrimas das dores adormecidas...

faço parte dos que amam mais amores

que algum dia, vocês hajam percebido...

mas meu amor, se tens esse desejo

de me dares uma flor na vez de um beijo,

então, com amor,  eu cedo ao beijo oferecido...

 

 

lasalete ( poemas da minha alma) - 30 -10-2009 - 17,11 h

neste momento eu estou ...: em paz
publicado por lapieta@sapo.pt às 17:19

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Sexta-feira, 21 de Agosto de 2009

tristeza na mão de Deus...

 

o sol bebeu sorrisos

e o chão recolheu lágrimas de dor...

a vida construiu paraísos

e a alma sorriu de amor...

mas, do sol ardente

ao chão humedecido

vai a distancia dum coração dorido

sobrando  as dores da humanidade incandescente...

 

os verdes oceanos gotejando

a dor da natureza no seu ventre,

os céus flamejando sussurrantes

abraçando a ventania inclemente...

as dunas recebem a paz da areia branca

que solta pelos ventos naturais

se mostra aninhada e muito ardente

criando lençóis como cristais...

austeras as ondas se desdobram seminuas

de vida, com vidas em retalhos registadas

como arquivos de dor guardam  segredos

como quem agasalha loucamente as madrugadas...

 

porém, há humanos corações

que se doem e se mascaram docemente

escondendo as dores e as loucas emoções

sorrindo para tudo e a toda a gente...

brilham como quem espalha sol sem magoar

amparando as almas que choram copiosas

na divina comédia da vida há um altar

onde a mão de Deus perfuma a tristeza como as rosas...

 

 

lasalete 

neste momento eu estou ...: em paz
publicado por lapieta@sapo.pt às 18:55

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desde a inauguração desta casa que os voluntários têm sido um marco de coragem e abnegação




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O Coração da Cidade é:

é um espaço de solidariedade universal

com preocupações constantes de actualização

ao serviço permanente da comunidade onde está inserido

de conforto e amparo, servido apenas por voluntariado

onde todos os serviços prestados são e serão sempre gratuitos

promotor do voluntariado e intercâmbio associativo

O Coração da Cidade,

já estendeu a sua acção

a outros espaços do distrito do Porto

criando para o efeito

uma cadeia de Lojas Sociais ,

que lhe permitam

uma maior sensibilização

para o vuntariado

e ao mesmo tempo

detectar

novos focos de pobreza

venha até ao Coração da Cidade

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e ajude a servir,

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