Terça-feira, 29 de Julho de 2008

minhas palavras são versos... ( poema)

 

 

 

 

minhas palavras são versos ...     

 

 

 

 

 

ai soltas minhas palavras

são versos, são versos são,

são penas das minhas asas

que voam quais andorinhas

são versos são versos são,

são versos são penas minhas...

 

minhas palavras abraços

são momentos feitos graça

dum Deus que em mim acalento

são mariposas voando,

minhas palavras são versos

dum sonho que vou sonhando...

 

minhas palavras recados

de vida de amor e pranto

minhas palavras de encanto

que soltas são aconchego

minhas palavras pecados,

ditas soltas quase a medo ...

 

minhas palavras são xaile...

que abraçam meu anjo triste

limpam a alma ao chorar

são chama, também são dor

minhas palavras aquecem

são versos feitos de amor...

 

 

lasalete...

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Sábado, 12 de Julho de 2008

se ... ( poema)

 

 
 
 
 
 
 
 
Se…
 
 
se eu não tivesse nascido o que seria…
um espírito incerto …
mergulhado no tempo do meu conflito interior?
uma pétala ao vento perdida na imensidão ?
um suspiro sem programa, sem norte, sem sentido?
que teria sido de mim, se eu não tivesse nascido?...
 
que mal faria a mim mesmo se eu tivesse interrompido
meu sonho de viver mais uma vez,
que teria sido de mim se…
é verdade… e se com medo me afastasse da dor…
teria riscado de mim a certeza de chorar,
de ferir, de ser ferida,
a certeza de desistir e de insistir,
a certeza de querer mais e de dar tão pouco,
que teria sido de mim,
se qualquer louco me tivesse convencido a não voltar?...
 
onde ficariam meus sonhos, maus ais, meus incríveis ideais…
meus amigos, meus sorrisos, meus desafios…
onde … onde estariam os abraços que sinto ,
os beijos que dei, os beijos que me dão…
onde… onde estariam as oportunidades que criei?...
os quadros que pintei…
minhas jarras com flores e meus amores…
se eu não tivesse nascido
ninguém beberia do meu leite,
ninguém encostaria seu rosto ao meu dizendo…mãe…
se eu não tivesse nascido…
onde estariam meus filhos,
meus brilhos de mãe, de amante, de mulher?
quem ficaria comigo enquanto eu quis chorar,
quem ficaria comigo enquanto eu quis sonhar…
se eu não tivesse nascido,
como poderia ter aprendido o verbo amar…
 
se eu não tivesse nascido,
quem faria meus poemas,
quem rezaria as minhas orações…
quem choraria as minhas lágrimas
e quem destruiria tantos corações...
a quem seriam oferecidos meus raios de sol,
meus pingos de chuva,
quem iria respirar meu vento?
se eu não tivesse nascido,
como poderia experimentar meu pensamento…
como poderia dizer-Te obrigado meu Deus…
se eu não tivesse nascido,
ninguém teria registado meu olhar,
ninguém teria partilhado o meu cantar…
se eu não tivesse nascido
ninguém teria ouvido a minha voz falar,
dizer apenas de certeza plena
nascer valeu a pena…
 
nascer... não permitiu viver faustosamente,
mas ajudou-me  a crescer com toda a  gente,
feliz , mas feliz com emoção...
ter nascido permitiu mudar as minhas asas,
mudar , voar, amar sem ironias,
nascer permitiu rever todos os  dias,
a noite, o amanhecer , o despertar,
nascer e renascer constantemente para amar
permitiu-me  ver chorar secando o pranto,
ter como manjar a solidão,
ser solidário pela dor do Teu encanto,
meu anjo, meu professor, meu guardião…
 
se eu não tivesse nascido
que teria para contar…
restaria apenas a saudade
das saudades daquilo que conheço
e mais ainda, saudades daquilo
que por medo desconheço…
 
mas eu nasci… nasci sim…
eu estou aqui…
por ter nascido e a isso ter direito
cumprindo meu dever sem preconceito,
eu digo sem temor…
se eu nasci foi com certeza,
a mais bela surpresa em nome do amor…
 
 
lasalete … 8-7-08- 20 h.
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Sexta-feira, 27 de Junho de 2008

meu abraço ... ( poema)

 

 

Meu abraço

 

Parei para escrever...

para dizer como está feliz a minha alma...

parei para escrever

soltar-te o sorriso... deixar-te a mente calma...

 

parei para dizer à vida

que feliz estou, por estar aqui durante o dia...

onde a dor entra e se distrai num paraíso

que oferece, luz, paz e harmonia...

 

parei, para sentir um prato quente,

feito de sentimento caridoso  e com mestria

e através do amor o talento está presente,

mas onde o presente maior é a simpatia...

 

vim ao coração visitar os que trabalham

aqui na casa mãe e com amor,

entrei feliz a casa estava aberta,

servindo a vida com todo o seu fulgor...

 

por isso mesmo parei para escrever

e bendizer a Deus por este dia,

pelo esforço daqueles que esforçados

se entregam com amor e alegria...

 

neste silêncio de gestos alternados,

como quem baila ao som de um mestre tocador,

a vida se desdobra sem desdita

porque os gestos aqui são só de amor...

 

por tudo isto então parei, fiz poesia,

é impossível calar tanta ventura,

é como olhar no céu um arco íris

e não puder chegar a tanta altura...

 

é grande, muito grande, esta gente,

que deixa os seus lares para servir,

em doação plena e trabalho caridoso

na certeza de que esta tarefa faz sorrir...

 

a todos os que aqui estão, lutando atarefados

com certeza com fé e com razão,

eu abraço nos meus versos descuidados

com amor o vosso coração...

 

 

um amigo do país da luz...

 

 

(para os espíritas e para todos aqueles que acreditam que a vida para além da morte existe e  que visitarem hoje este blog... aqui fica a poesia de um espírito que hoje nos visitou, para observar no local a forma como O Coração da Cidade funciona, com aqueles que ainda necessitam de permanecer no educandário terreno)...

 

 

lasalete

neste momento eu estou ...: atarefada e feliz
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Segunda-feira, 19 de Maio de 2008

Criar por criar.....criem emprego.

 

 

 

 

antes que Portugal de afunde...

  

este texto foi escrito em Janeiro de 2006, não perdeu a actualidade...

 

     

 

 

 

 

 

Sem pretensões de maior, o Coração da Cidade, prende-se como alguns dizem ao imediatismo das situações, mas com tal realismo, que antecipadamente, conseguimos ver com espaço de alguns anos, que a crise ,que sorrateiramente se está a instalar no nosso país é de tal forma angustiante que só não a vê quem não quer.

        Embora assaltado por disparidades económicas, postas , expostas e impostas como medida de franco e urgente racionamento, o cidadão comum está a habituar-se que instabilidade, é de alguma forma a maneira mais que actual de estar na vida.

 

        O chão que agora pisamos, tem sido tão absurdamente esburacado, que neste momento, sem que o queiramos, somos forçados a assistir a um desmoronamento das capacidades de resistência, que caracterizava, quem como eu se habituou a esperar anos a fio, sempre na esperança de que, para nós se agitasse a bandeira da liberdade e em tons de democracia garantisse a Portugal uma tal portugalidade, que sem darmos por isso e enquanto alguns se deliciavam em algaraviadas viagens, outros se apercebiam, que após um delicioso fim de semana ao jeito de thriller bem conseguido, se regressa a casa amedrontado pelo fantasma do desemprego e da miséria.

         A tal velocidade corre a lei, que o que não é lei passa a ser lei de um momento parar o outro, levando a maioria dos portugueses a pensar que afinal a república das bananas existe...

        

Pasme-se o facto, de que ninguém conseguiu chegar a uma conclusão muito simples - todo aquele que fica desempregado, embora o bom senso mande abdicar de alguns luxos, o que efectivamente se faz em tempo de crise, não pode deixar de lado a necessidade mais básica que é a alimentação.

          Se outras necessidades, também elas essenciais, como a saúde e a higiene, a habitação e a educação, são afectadas e estão garantidas pela nossa constituição e são garantes universais dos direitos humanos, não são respeitadas, então paremos e vejamos o seguinte....se aquilo que instintivamente garantimos aos animais, garantimos aos seres humanos, que estão a pagar a factura do autoritarismo e de autodidactomia, que neste momento, faz moléstia no nosso vérmico país, que não estava preparado para tão rápida infecção.

          

           Salve-se quem puder, isolem-se uns e outros, mas pelo menos ajudem os que foram apanhados desprevenidos e que, pasme- se, ainda acreditavam que tudo isto ia mudar para melhor.

 

           Por favor quando discutirem números não misturem seres humanos, a matemática do coração ainda faz equações de sentimentos.

 

           O trabalho é um dever, mas também é um direito.

 

           O gueto do desemprego é um crematório inconsciente....Portugal está ardendo por dentro.

 

lasalete

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Domingo, 13 de Abril de 2008

dar a mão...

todos os dias sem excepção estamos a receber pedidos de ajuda , por parte de pessoas que nunca suspeitaram vir a precisar de uma instituição para poderem apenas sobreviver...

 

a baixa auto estima não pode acontecer e quando estamos em situação dificil, instala-se de forma subtil e tão rápido que só a detectamos mais tarde ...

 por isso nós pedimos, a quem possa ter conhecimento de pessoas que necessitam de ajuda , que em tempos tiveram uma situação desafogada, para nos contactarem para que mais cedo do que é habitual, essas pessoas possam receber a ajuda de que precisam...

 a este tipo de situação nós chamaos de " pobreza envergonhada"...

 não é fácil receber apoio social quando estamos nesta situação e por vezes nos aproximamos da instituição pedindo ajuda e não conseguimos passar da porta, porque algo mais forte que a própria necessidade, nos devolve ao sítio de onde viemos e ao qual regressamos para viver de novo a solidão, a fome e a dor de nada ter ...

 

o Coração da Cidade tem programas preventivos a nivél social,  para obstaculizar a miséria...

 

em troca só pedimos que quem recebe apoio, seja exigente consigo próprio e não enverede pala preguiça, pelo mau comportamento ao nível das dependências que sempre nos joguem num poço sem fundo...

 

se é mais velho,  não parta do princípio de que só querem gente nova para trabalhar... ainda existem empresas que preferem pessoas com experiência para desempenhar determinados cargos... é sempre possível começar de novo...

 

o importante é que mantenha o optimismo...

 

ajudar quem precisa não é apenas dar de comer, mas junto dessa pessoa devemos insistir para que encontre sempre forma de revitalizar um mau momento de vida...

 

esta instituição está sempre aberta para ajudar quem precisa, faça o mesmo e encaminhe para receber ajuda, quem precisa...

 

lasalete ...

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Quarta-feira, 9 de Abril de 2008

meu diário de dor e pranto...

 

ouço-lhe a voz...

 

uma voz cálida e dolorosamente envolvente...( povo que lavas no rio)...

 

cantava ... como ela cantava... chorava como ela chorava...

talvez como ela, ninguém consiga com tanta verdade na voz ,expressar a dor dum povo que diariamente se sente suspenso...

quer ditará a queda deste povo, magoado de tanto sofrer, calado a chorar constantemente, trémulo das indecisões que não lhe pertence...

 

assistindo a um cortejo vergonhoso onde os que mais possuem se passeiam pelas primeiras páginas dos jornais...

 

as empresas encerram todos os dias...

todos os dias centenas de lares sofrem pela inconstância da sua sobrevivência...

 

os portugueses queridos estão a partir um após outro e connosco fica o despotismo e a desfaçatez ...os poucos homens sérios que sobraram também irão... e nós ?... com quem ficaremos...

 

todos os dias somos assaltados por notícias de uma barbaridade execrável ...

 

para onde caminham os jovens...

que exemplos estamos a estender às crianças que já não passeiam indiferentes às notícias que se oferecem abertamente nas bancas de jornais...

 

se as manchetes oferecem nomes sonantes como espectáculos pouco saudáveis duma sociedade decadente... pertencentes ao JET7 do conflito e da promiscuidade... que país meu Deus que nada tem para oferecer a não ser drama e dor em tal proporção que chega a doer por dentro...

 

os centros de saúde estão replectos de almas em solidão ...

as urgências hospitalares não diminuem a sua afluência... pelo contrário têm mais gente aflita, somatizadas que foram as dores íntimas e as amarguras de toda a ordem ...

os tribunais afogam-se em processosl que perfeitamente se evitariam se a felicidade e a prosperidade estivessem ao alcance de todos e não só de um grupo ( impunemente falível ), mas que falha aos olhos de toda a gente...

 

as delegações de polícia estão pejadas de queixas que diariamente espelham a confusão e o desespero em que habita a população portuguesa...

 

quem escreve este diário de dor e pranto ...

 

quem mata a fome a esta gente que de todo o mundo veio procurar em terras lusas a prosperidade que está tão longe do alcance da maioria...

 

acudam a este povo que apenas lhe resta ... talhar com o seu machado as tábuas do seu caixão...

 

lasalete

 

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Quinta-feira, 3 de Abril de 2008

não ouço cantar o vento...( poema)

 

 

 

não ouço cantar o vento

nem tão pouco a neve cai...

nem descubro nuvens soltas

nem notas de som revoltas...

não ouço cantar o vento...

não sei dos silêncios vida

não sei das vidas que soltas

vêm sem norte, quais velas

empurrando caravelas

num mar que as deixa mais sós...

sem amarras de outros nós,

sem ajudas divinais... 

por isso não ouço o vento

que traz abraços aos ais,

que traz beijos maresia,

que entrega aos sós as saudades

bordando as praias  vazias

das sereias sem idades...

 

não ouço cantar o vento

que me trazia recados

dos homens em agonia

debruços por seus pecados...

de almas sem fé , vazias...

de almas cheias de amor...

trazidas no som dos dias,

no canto dos trovadores

que não morrem... que não choram,

que apenas cantam amores...

o vento canta e encanta

quem escuta tempestades,

que as almas do mundo entregam

à fogueira das vaidades...

que Deus devolve sorrindo

ao mundo que cria amando

e que de noite ou de dia

devolve ao vento cantando...

 

por isso ao sentir o vento

eu sei que é belo e profundo

e quando o ouço cantando

é Deus abraçando o mundo... 

 

lasalete ... 2 de Abril de 2008 ... 9.00 h

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Sábado, 22 de Março de 2008

quando cruxificaram o amor... ( poema)

 

quando um dia maltrataram o amor

o Sol baixou e a Lua aconteceu

a Terra suspirou e estremeceu,

o Amor a chorar cerrou os olhos

e a alma do mundo emudeceu...

 

todos perguntaram, porquê?...

porque se crucifica o Amor se na verdade

apenas vinha a ajudar a humanidade ?...

longe de saber responder, o Mundo apenas disse:

-nunca imaginei que assim fosse possível ,

mas os homens têm medo de aprender,

que é mais  fácil ver  o Amor tal qual a Vida,

têm medo que ele cresça e ao viver 

do mal tenham que fazer a despedida...

 

a Lua, escutando e lacrimosa,

pergunta em sobressalto e aturdida:

-não sabem então os homens entender

que o amor é bom, que o Amor é Vida?... 

a Verdade , que escutava atentamente,

chegou-se paciente e esclareceu:

- não julguem mal os homens ... nada disso,

o Amor, é apenas compromisso

que os leva pouco a pouco à mão de Deus...

até lá, teremos que esperar

teremos que servir e ensinar,

olhando o progresso com ventura,

está a nosso cargo deixar acontecer

e quando os homens quiserem despertar

 feliz, a Terra  passa a receber

aqueles que em verdade vão amar...

 

Jesus, escutava embevecido ,

ouvindo falar sobre os homens, sobre a Vida...

levantou-se, com ternura e disse assim:

- ninguém semeia campos sem lavrar,

ninguem  enche  as eiras sem suor,

assim, ninguém ensina a trabalhar

senão servir os homens com amor...

ainda  teremos que esperar a hora certa,

para que todos na Terra consigam despertar,

mas até lá em nome do Amor,

vamos orar... vamos orar ... vamos orar...

 

perplexos todos se interrogaram...

-então quanto tempo teremos que esperar?

Jesus calmamente respondeu:

- venham para aqui e fiquem a meu lado,

porque não quero que o Mundo tal qual eu,

termine com dor crucificado ...

a dor duma cruz dói... ai como dói,

tal qual como dói a ingratidão,

mas de tudo o que mais dói, é a certeza

de ninguém entender o coração...

muitos anos vão passar como tormento

e os homens lembrarão com muita dor

o terrível testemunho do momento

quando crucificaram o amor....

 

lasalete ... (poemas do fim do dia) 21-03-08

 

neste momento eu estou ...: orando com amor
publicado por lapieta@sapo.pt às 00:52

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CORAÇÃO DA CIDADE ♥ ♥ ♥ ♥ ♥ ♥ MOVIMENTO ECUMÉNICO ♥ ♥ ♥ ♥ ♥ ♥ VOLUNTARIADO EM ACÇÃO ♥ ♥ ♥ ♥ ♥ ♥


a nossa sede na Rua Antero de Quental, nº 806- Porto

desde a inauguração desta casa que os voluntários têm sido um marco de coragem e abnegação




saiba porquê.....


O Coração da Cidade é:

é um espaço de solidariedade universal

com preocupações constantes de actualização

ao serviço permanente da comunidade onde está inserido

de conforto e amparo, servido apenas por voluntariado

onde todos os serviços prestados são e serão sempre gratuitos

promotor do voluntariado e intercâmbio associativo

O Coração da Cidade,

já estendeu a sua acção

a outros espaços do distrito do Porto

criando para o efeito

uma cadeia de Lojas Sociais ,

que lhe permitam

uma maior sensibilização

para o vuntariado

e ao mesmo tempo

detectar

novos focos de pobreza

venha até ao Coração da Cidade

faça-se voluntário

e ajude a servir,

os que mais necessitam de auxílio



CADEIA SOLIDÁRIA um euro uma razão para ajudar o Coração


é o que estamos necessitando neste momento ...

O Coração da Cidade inicou um pedido de ajuda para que seja posivel ultrapassar as suas dificuldades

associe a sua vontade de ajudar á nossa causa e contribua comnosco...

seja um amigo d'O Coração da Cidade

esperamos o seu

ajude-nos a ajudar ...

apenas um euro

Millenium BCP

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